Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça

25 janeiro, 2010

Tem um negócio muito estranho acontecendo. E é tudo culpa da inclusão digital. Os dois exemplos mais recentes desse fenômeno são versões locais de vídeos que estavam bombando no YouTube.

O primeiro é o já bastante comentado curta de ficção Ataque de Pánico, que mostra uns robôs e umas naves destruindo Montevidéu. O diretor Fede Alvarez gastou 300 dólares com filmagem e mais um ano de trabalho nas 90 cenas que tinham efeitos especiais.

Aí, eis que de repente eu recebo o link para o que parecia ser a segunda parte desse curta. Ledo engano. Segunda parte só no título, pois dessa vez os robôs acabam com Recife mesmo. Segundo o próprio diretor Ademir di Paula botou na descrição do vídeo no YouTube, “o filme impressiona pelos efeitos especiais e também experimenta uma técnica chamada mocap, onde os movimentos dos personagens 3d é feito por um ser humano me estúdio. Ataque de Pânico 2, surge como uma espécie de desafio para demonstrar que no Brasil também existem grandes talentos.” Curiosamente, a versão que tinha as torres da Moura Dubeaux em chamas sobre o pôr-do-sol do Recife foi tirada do ar e outra mais caprichada foi colocada no lugar.

A versão uruguaia:

E a versão recifense:

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O outro vídeo eu vou deixar pra vocês adivinharem qual é o gringo e qual é o local (como se não desse pra saber pelo título):

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Esse post acabou me lembrando de uma coisa que eu não sei se é verdade: vocês viram que Hermes e Renato vão para a Record?


A liberdade é azul

19 janeiro, 2010

Depois de me deslocar até o município vizinho e dar de cara com a sessão esgotada, eu ontem eu consegui ver Avatar em 3D e ainda por cima legendado. Não sei como está em outras cidades, mas o clima nesse cinema que tem a sala 3D é de ter que comprar pela internet com antecedência de três dias e ainda por cima sem lugar marcado. Mais ou menos como Titanic quando lançou, só que com internet pra ajudar.

Uma coisa que sempre me deixa intrigado nessa projeção 3D que tem aqui é que as cores são sempre desbotadas. É que o óculos 3D acaba funcionando também como um daqueles filtros trash que as secretárias penduravam na frente dos monitores pra não cansar a vista, ao invés de apenas reduzir o brilho da imagem. Olhar para a tela do celular acesa usando esses óculos realmente me deixou em dúvida se o celular estava aceso mesmo, para vocês terem uma idéia.

Isso é um coisa que eu já tinha reparado em UP também, mas ficou mais evidente em Avatar. Eu fui esperando cores tipo as que tem nas imagens de divulgação em alta resolução na internet. Mas ao invés disso, o filme é quase todo cinza e azul. Pastel. O laranja das explosões também é bem fraco. Até o trailer de Alice, de Tim Burton, não parecia em nada com o trailer em HD que eu baixei outro dia, cromaticamente falando. Se o Avatar não fosse tão logo, eu até toparia ver de novo em 2D pra ter idéia do quanto a projeção em 3D compromete a coisa.

No final das contas, vale a pena ver Avatar pelo passo revolucionário que ele represeta, tecnicamente falando. E, no meu caso, só vendo em 3D mesmo pra tolerar mais de duas horas e meia de clichês manjados e frases feitas. Mesmo que em azul bebê.


Você já tem o que fazer no dia 27

18 janeiro, 2010

Clique pra ampliar!


Primeiro dia útil

4 janeiro, 2010

Putz. O Twitter quase acaba com esse blog. É que há muito tempo eu já fazia daqui um Twitter: posts telegráficos, preguiçosos e muitos links para vídeos. A diferença é que aqui dá pra ver o vídeo dentro do site, mas no geral, era mesmo praticamente um Twitter.

Mas como quem nunca foi sempre acaba voltando, vamos retomar as atividades aqui, sem muita cerimônia. Sempre com mais de 140 caracteres.

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Izabella, do blog Além Do Cubo Branco, achou uma tela legal lá no Olinda Arte Em Toda Parte e resolveu fotografar. O autor da obra prontamente pulou na frente para impedir. Ela falou que era só pra botar na internet e o cara quase teve um treco, dizendo que já foi vítima de plágio 17 vezes.

Ainda bem que esse tipo de raciocínio passa longe dos eventos que realmente valem a pena de se ver. Tipo o Sparks Festival of Electronic Music and Arts. Além de apresentar sempre coisas incríveis, eles mantém um site onde disponibilizam tudo para assistir e/ou baixar. Graças à GVT, o download tá moendo forte aqui e vale a pena demais:

http://blog.lib.umn.edu/ali/spark2009doc/

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Primeira vez que eu acho Parkour uma coisa legal:

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Tava demorando: um Guitar Hero online só com músicas de Pernambuco:

http://www.jynx.com.br/games/Fundarpe/Preloader.html

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E, pra terminar, eu gostaria que em 2010 a banda Dejavu fosse pra putaqueopariu.


Grilos

23 novembro, 2009

Cri

Cri

Cri

Cri


Em Busca Da Lapa

19 novembro, 2009


Quase gêmeos

22 outubro, 2009

João do Morro e Danger Mouse, do Gnarls Barkley, são a mesma pessoa?

Picture 2


Fale, mas não muito

19 outubro, 2009

Uma das coisas mais complicadas de se fazer é sinopse de filme. Afinal de contas, você tem que contar o filme de forma resumida, mas a última coisa que você deve fazer na vida é contar alguma coisa de forma resumida, e tá aí o Twitter pra provar que isso é verdade. Talvez por pensar assim é que eu me divirta tanto quando chegam os catálogos dos festivais. É que vem sempre as sinopses de todos os filmes que participaram, e algumas realmente me deixam muito curioso para assistir aos seus respectivos filmes. Principalmente as que poderiam muito bem ser o título dos filmes. Hoje mesmo chegou um catálogo de um festival que Voltage participou, e as minhas sinopses preferidas (exatamente do jeito que estão escritas no catálogo) foram:

  • Cachorros não trepam no abstrato.
  • Venceslau vence de menos. Bah da bah da da da. Não é nada.
  • Ela foi assassinada antes de se explodir (entre o céu e a terra).
  • No aeroporto, as pessoas esperam por ago que vem do céu.
  • Um grupo de jovens vai ao cinema com um propósito diferente.
  • Homem encontra mulher.
  • Atleta perde a audição.

Mais uma dica do He-Man

19 outubro, 2009


Colaborem com uma banda iniciante

18 outubro, 2009

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Tecnologia é um negócio muito traiçoeiro mesmo. Se por um lado tudo funcionou bem no show de ontem e não deu nenhum pau, por outro a minha filmadora velha de guerra resolveu não filmar o show. O resultado é que a fita continua imaculada, e o show apenas nas memórias dos que foram o no arrependimento dos que não foram.

E, como daqui pra frente a tendência é que fiquemos cada vez mais dementes e esclerosados, eu gostaria de pedir a todos que tiverem algum registro do show da Diversitronica na Torre de Malakoff que compartilhe-os conosco, pra que a gente também possa se ver por outros olhos e evoluir como banda e como seres humanos. É só avisar aí nos comments se tiverem alguma coisa.