Foguetes, pareidolia e o cavaquinho assassino

O que você queria ser se não fosse o que é hoje? Profissionalmente, claro. Eu já me peguei pensando nisso, e até hoje as duas únicas coisas que eu tenho certeza que me deixariam feliz se eu não fosse o que sou são: ventriloquismo e prestidigitação. Essa última é a profissão do mágico, pra quem não sabe.

Só que hoje eu descobri uma profissão sensacional que eu certamente exerceria com prazer: construtor de pontes na China. Vejam essa ponte, por exemplo:

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É a maior ponte do mundo, tanto em extensão quanto em altura. Dentre outras coisas muito divertidas, os construtores tiveram que, a certa altura, jogar os cabos de um lado para o outro. E, como usar helicóptero é uma coisa muito manjada, eles preferiram usar foguetes mesmo:

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http://deputy-dog.com/2008/11/rockets-help-build-bridge-higher-than.html

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Ainda naquela conversa sobre ver imagem de coisas nas nuvens ou em manchas de parede, descobri um nome para esse delírio visual: pareidolia. Essa sensacional confusão dos neurônios é responsável, por exemplo, por todos aqueles delírios coletivos que sempre acontecem em volta de qualquer mancha que se pareça com alguma figura bíblica.

Só que tem uns casos realmente assombrosos. E o mais sinistro é que umas pessoas enxergam logo de cara, enquanto outros demoram pra definir as formas. O exemplo mais incrível que eu achei foi essa foto do casal com o filho. Olhem primeiro e depois respondam:

unexplainedface

Você viu primeiro o bebê de chapéu no colo do pai ou viu logo um rosto barbudo Marcelo-Camelo-Jesus-Cristo-style? Realmente não acho que isso seja photoshop, e muito menos sobreposição de negativos ou algo assim. Também não acho que seja nada paranormal. Se quiserem ver mais fotos desse naipe, o canal é esse:

http://paranormal.about.com/od/ghostphotos/ig/Paranormal-Photo-Gallery/

Mas aviso logo que algumas fotos desse site já são bem medonhas mesmo sem os efeitos paranormais.

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Por falar em coisa medonha, vejam só esse vídeo aqui. Deu vontade de fazer um filme chamado “Cavaquinho Assassino”, onde o espírito de Chucky encarna num cavaquinho e sai aterrorizando os pagodeiros. Alguém topa dividir a produção comigo?

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Esse post tá muito carregado hoje. Vamos falar um pouco de computadores então.

Eu ando meio puto com a Apple. Acho, inclusive, que é o início do fim da era em que os computadores Apple são infinitamente superiores aos que rodam Windows. Tudo bem que computador Apple nunca foi perfeito, mas pelo menos não trava quase nunca, não pega vírus e mais todo aquele blá blá blá que, se você ainda estiver lendo esse post, você sabe melhor que eu.

A questão é que ultimamente eles têm vacilado. Primeiro, aboliram a porta firewire 400 de qualquer laptop da linha nova. No MacBook Pro ainda sobrou a firewire 800, mas há controvérsias sobre o adaptador que pessoas como eu teriam que usar se trocassem de laptop hoje. Os MacBooks não pro se arrombaram e não têm mais firewire de nenhum tipo. E o MacBook Air nunca teve nada além de uma única usb.

Não satisfeitos, eliminaram a saída dvi e inventaram um padrão novo que, por enquanto, não lhe permite ligar seu computador num monitor vga externo ou na sua tv. O target mode também acabou. Nesses modelos novos não dá mais pra dar boot num mac usando outro hd que não seja o seu interno. E isso é uma das coisas mais úteis que os macs oferecem ofereciam.

Pausa…

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Acabou de chegar um pacotão aqui com o troféu daquele festival que eu falei que Voltage ganhou outro dia. É, sem dúvidas, o troféu mais enigmático que já apareceu por aqui. É muito pesado e tem uma portinha. Aí quando abre, tem um mecanismo com pilhas e tudo:

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Eu segui as instruções que tem dentro da tampa, mas infelizmente nada aconteceu. Ah, e veio também um cartão com palavras muito gentis sobre o filme:

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Como eu ia dizendo, a Apple também resolveu instituir o monitor glossy em todos os laptops, o que é uma droga. Eu preciso do monitor pra trabalhar, e não pra pentear o cabelo no reflexo que ele proporciona.

Só pra completar, descobriram agora que os tais monitores de laptop têm uma proteção DRM. Isso significa, em linhas gerais, que no dia em que você arrumar um adaptador para ligar seu novo laptop na tv, ele vai te dar a seguinte mensagem:

hdcperror

Talvez numa tentativa de evitar o inevitável, que é a distribuição informal de conteúdo protegido. Tô vendo que vou ficar muito tempo ainda com meu MacBook velho de guerra.

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Fazia tempo que um trailer não me deixava com tanta vontade de ver o filme como esse aqui:

A melhor parte é quando o piano engole a mulher no final.

2 Respostas para “Foguetes, pareidolia e o cavaquinho assassino”

  1. d meira Disse:

    e tu não conseguiu descobrir o que é que o troféu faz?
    unxe…

    adorei o textinho.

    e eu sempre disse, mac é frescura. :)

    beijos, d.

  2. :] Disse:

    essa jaqueta é massa!

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